Já no presente podemos perceber que nada mais existe sem interatividade. Esta aí a Web 3.0 que não nos deixa mentir. Os jogos já fazem parte da vida da nova geração. Aliás, já vem fazendo parte da nossa vida há algum tempo: todo celular tem pelo menos um jogo há anos. Quem nunca jogou o Snake (o jogo da cobrinha) no celular? Vai dizer que você nunca jogou paciência ou Pinball no computador? E olha que você nem precisou de um console pra isso.
Eu vejo num futuro muito próximo os jogos muito mais interativos e instantâneos. Você vai formular seu jogo a hora que quiser e convidar quem quiser pra jogar, em tempo real, via mobile. Você esta na rua, fotografa dois carros e, através do GPS, traça um percurso pra corrida de rua. Convida um amigo (ou qualquer pessoa do mundo) via rede, e começa seu jogo.
Mas não responda ainda. No futuro, como era de se esperar, a “relevância” vai fazer toda a diferença.
Através da telefonia móvel todos terão acesso ao conteúdo que quiser: telejornal, previsão do tempo, nova edição da VEJA, últimos vídeos do Youtube, etc. Até aí não tem muita novidade, né?! Mas você vai poder “videogamizar” o que quiser na hora que bem entender. Ex: Você esta vendo a final da copa e, simplesmente, transforma isso em jogo. Isso poderá ser feito com um vídeo feito durante uma conversa na sua sala, com a cobertura televisiva de um crime, um erro do apresentador ou a maratona de New York.
Aí você pergunta: Como isso vai gerar grana?
As operadoras de telefonia móvel vão vender os patrocínios como hoje fazemos com os links patrocinados. Ex.: A Fiat compra o direito de estar presente em qualquer jogo que tenha carro de rua durante o lançamento do seu novo carro. A Nike pode ter uma placa durante o jogo da final da copa ou a Sadia pode estar presente no jogo de receitas que a dona Catarina pode resolver fazer pra ensinar a Fernanda, sua nora, a cozinhar para o seu filho.
Mas não responda ainda: através da tecnologia Bluetooth (ou algo do gênero) você poderá ter todas as sensações referente ao seu jogo: você poderá sentir o calor do sol de Ipanema, o frio do inverno em Bariloche ou a claustrofobia de um elevador lotado. Simplesmente pode ter um sensor no relógio, anel, brinco ou vibrador.
Você esta preparado pra isso?
Por Emerson Souza






























